Segue cena do café hoje pela manhã. Apesar dos comentários e orientações da vigilância sanitária da Argentinha de não haver necessidade de vacinas e coisas do gênero temos observado um fenômeno estranho com os adolescentes na viagem..... Estranhamente ao fotografarmos a turma ocorre uma deformação dos membros superiores e coluna..... Hoje no café da manhã a Luciana e a Lisete também apresentaram os sintomas.
Estamos preocupados que isso atinja todo o grupo e não consigamos dirigir de volta para o Brasil....
Amanhã iremos todos nos vacinar (envacina em espanhol) antes de prosseguir viagem...
Com este blog vamos informando amigos e familiares acerca da nossa expedição do Atlântico (Cassino) ao Pacífico (Valparaiso), passando por Argentina, Chile e Uruguai!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
2° Dica: Falando no idioma nativo
Depois de muito passar trabalho com o idioma local: uma três vezes a polícia perguntou-me de onde vens e respondi para onde ia. Motivo de gozação para a turma toda; ... Finalmente descobri uma forma de falar o idioma.... O nosso redator André Dameda pediu no Mac Donalds uma ensalada de atum.... De lá para cá consegui me comunicar perfeitamente no idioma no local: já pedi um encafé, um ensalame e coisas do gênero. Muito fácil o espanhol...
Em tempo: 4° dia
Há controvérsias com relação a esta coisa do final de noite perfeito .... Não conseguimos achar no supermercado um pacote de sagu para fazer com o tal do Zapata.... Aí sim teríamos uma noite para lá de gaudéria com sobremesa e tudo....
Procuraremos no Chile o tal do sagu. Desde já recomendamos a quem vem à região trazer na mochila pelo menos dois sacos de meio quilo....
4º dia - De Córdoba a Mendoza
O trecho mais longo da viagem planejada. 617 Km pela Ruta 20 (na maior parte do tempo).
Acordamos tão cedo quanto o horário de café da manhã do hotel permitiu (8h horário brasileiro de verão). Encerrada a conta, carregados e abastecidos os carros partimos rumo à Mendoza em torno das 9h. Na correria para sair, somente a Júlia posou para a foto oficial de saída, em frente ao hotel.
Logo na saída surgiu uma serra que nos fez sonhar com as cordilheiras. Ainda não eram as ditas, mas já animou a viagem.
Não demorou muito e estávamos subindo a tal serra. Ao cabo de algumas curvas precisamos fazer uma parada para a Júlia, que estava enjoando. A paisagem já era de tirar o fôlego, com 800m de altitude.
No trecho seguinte, as maiores altitudes em que andamos, respectivamente 1800 e 2200m. Paisagens lindas para nós que estamos acostumados com a planície litorânea.
A partir deste ponto começamos a descer e a paisagem vai se transformando novamente. Voltamos para a planície e a mesma vai assumindo um aspecto desértico na medida em que nos aproximamos de Mendoza.
Neste trecho, longo e retilíneo, aparentemente pouco interessante aconteceram os "quadrinhos" da viagem.
Um pouco depois de entrarmos na Ruta 20, após a serra, a Lisete reclamou de um mal estar. Paramos no meio do nada para a Lu e sua super caixa de medicamentos providenciar o socorro.
Lá pelas 15h, continuávamos na mesma rota, com a mesma reta. Precisamos parar para um xixi e abastecimento em um pequeno posto na beira da estrada. A Lisete foi atacada na cabeça por um sorrateiro camotinho. Depois de um breve escândalo (segundo ela, só foi escândalo por que não foi comigo), e uma assistência da comadre e dos demais viajantes (lembrando sempre do frentista "mudinho"), a dor aliviou um pouquinho e podemos seguir. Segue foto dos meliantes:
A Lisete foi se recuperando aos poucos e não apresenta mais sintomas do embate com o inseto argentino.
Deste ponto em diante, a paisagem foi se transformando em um deserto e o traçado da rodovia mantinha-se com uma linha reta interminável.
Bem próximo à Mendoza a paisagem torna a mudar de novo e percebem-se os primeiros vinhedos, avistando-se as sombras da cordilheira.
Na entrada de Mendoza, o maior susto da viagem até agora. Viajamos com GPS de marcas diferentes em cada carro e eventualmente os aparelhos resolvem discutir acerca de qual o melhor caminho. Nestas horas e em muitas outras, o que facilita um monte a viagem, além de garantir a diversão de comentários não publicáveis, é um par de rádios walk talkie de longo alcance que carregamos (um em cada carro).
Pois bem, depois de 3 dias gastando as baterias com coisas úteis e com as maiores asneiras, os rádios apagaram exatamente no momento que os GPS resolveram discutir qual o melhor caminho até o centro de Mendoza, nos levando a tomar rumos diferentes. Moral da história, nos fiando nos comunicadores, não tinhámos plano "B" e ficamos rodando uns 20 min na região da entrada de Mendoza, até nos encontrarmos. Mais sorte do que juízo!
Chegamos em Mendoza às 19h e começamos a procurar hotel. Depois de 4 tentativas, encontramos o Exclusive Apar Hotel, onde nos acomodaram em um apartamento gigante (todos os oito). Dois quartos de casal e uma enorme sala com copa e cozinha, transformada em dormitório coletivo para a gurizada.
A cidade é linda! Amanhã colocamos mais fotos.
Decidimos jantar "em casa". Fomos até o Carrefour que fica a três quadras daqui, compramos pizza e duas garrafas de um Malbec da Catena Zapata. Final de noite perfeito.
Amanhã ficamos em Mendoza para explorar um pouco a cidade e visitar algumas vinícolas. No sábado partimos para cruzar a cordilheira.
Acordamos tão cedo quanto o horário de café da manhã do hotel permitiu (8h horário brasileiro de verão). Encerrada a conta, carregados e abastecidos os carros partimos rumo à Mendoza em torno das 9h. Na correria para sair, somente a Júlia posou para a foto oficial de saída, em frente ao hotel.
Logo na saída surgiu uma serra que nos fez sonhar com as cordilheiras. Ainda não eram as ditas, mas já animou a viagem.
Não demorou muito e estávamos subindo a tal serra. Ao cabo de algumas curvas precisamos fazer uma parada para a Júlia, que estava enjoando. A paisagem já era de tirar o fôlego, com 800m de altitude.
No trecho seguinte, as maiores altitudes em que andamos, respectivamente 1800 e 2200m. Paisagens lindas para nós que estamos acostumados com a planície litorânea.
| Galera posando para foto em uma nascente de rio. 1800m |
| Detalhe da estrada com a serra ao fundo. 2200m de altitude. |
Neste trecho, longo e retilíneo, aparentemente pouco interessante aconteceram os "quadrinhos" da viagem.
Um pouco depois de entrarmos na Ruta 20, após a serra, a Lisete reclamou de um mal estar. Paramos no meio do nada para a Lu e sua super caixa de medicamentos providenciar o socorro.
Lá pelas 15h, continuávamos na mesma rota, com a mesma reta. Precisamos parar para um xixi e abastecimento em um pequeno posto na beira da estrada. A Lisete foi atacada na cabeça por um sorrateiro camotinho. Depois de um breve escândalo (segundo ela, só foi escândalo por que não foi comigo), e uma assistência da comadre e dos demais viajantes (lembrando sempre do frentista "mudinho"), a dor aliviou um pouquinho e podemos seguir. Segue foto dos meliantes:
A Lisete foi se recuperando aos poucos e não apresenta mais sintomas do embate com o inseto argentino.
Deste ponto em diante, a paisagem foi se transformando em um deserto e o traçado da rodovia mantinha-se com uma linha reta interminável.
Bem próximo à Mendoza a paisagem torna a mudar de novo e percebem-se os primeiros vinhedos, avistando-se as sombras da cordilheira.
Na entrada de Mendoza, o maior susto da viagem até agora. Viajamos com GPS de marcas diferentes em cada carro e eventualmente os aparelhos resolvem discutir acerca de qual o melhor caminho. Nestas horas e em muitas outras, o que facilita um monte a viagem, além de garantir a diversão de comentários não publicáveis, é um par de rádios walk talkie de longo alcance que carregamos (um em cada carro).
Pois bem, depois de 3 dias gastando as baterias com coisas úteis e com as maiores asneiras, os rádios apagaram exatamente no momento que os GPS resolveram discutir qual o melhor caminho até o centro de Mendoza, nos levando a tomar rumos diferentes. Moral da história, nos fiando nos comunicadores, não tinhámos plano "B" e ficamos rodando uns 20 min na região da entrada de Mendoza, até nos encontrarmos. Mais sorte do que juízo!
Chegamos em Mendoza às 19h e começamos a procurar hotel. Depois de 4 tentativas, encontramos o Exclusive Apar Hotel, onde nos acomodaram em um apartamento gigante (todos os oito). Dois quartos de casal e uma enorme sala com copa e cozinha, transformada em dormitório coletivo para a gurizada.
A cidade é linda! Amanhã colocamos mais fotos.
Decidimos jantar "em casa". Fomos até o Carrefour que fica a três quadras daqui, compramos pizza e duas garrafas de um Malbec da Catena Zapata. Final de noite perfeito.
Amanhã ficamos em Mendoza para explorar um pouco a cidade e visitar algumas vinícolas. No sábado partimos para cruzar a cordilheira.
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