sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

11º dia - De Concón a Mendoza


Iniciamos o retorno em torno das 8h30 (horário local). Com o otimismo tradicional imaginamos estar em Mendoza, antes das 16h. Só para variar um pouco, erramos feio... às 17h30 estávamos almoçando, em Uspallata, a 100 Km de Mendoza.

O trecho até Los Andes, incluindo a subida de "Los Caracoles" foi bem tranquilo e mantendo o cronograma de horário.

As comadres... com Los Caracoles ao fundo (são apenas 29 curvas, com um desnível de aproximadamente 1000 m).

Na medida em que nos aproximamos da fronteira, começaram as paradas. Quando não eram as obras, era  o pedágio do túnel com um único guichê funcionando.

Em uma das paradas, o Otávio, com a vista da cordilheira pelo lado chileno.

Somando tudo, saída do Chile, entrada na Argentina e obras no trecho de fronteira, parada "nos lojinhas" em "Puente de Inca", foram 10h de viagem, das quais pelo menos 3h parados.


A aduana e imigração foi um exercício de paciência. Muitos carros para pouca gente atendendo. Filas e demora!

Finalmente, a saída da aduana argentina.

Parada para compras na "enfeirinha" de Puente de Inca.





Apesar da corrida para chegar cedo em Mendoza, conseguimos algumas boas fotos, mesmo dentro do carro. Méritos para a Lu (foto do Aconcágua) e para a Lisete.




Em torno das 17h30, chegamos em Uspallata. Mortos de fome. Almoçamos na Parrillada El Rancho. Estava tão bom e farto que praticamente ninguém jantou, mais tarde.



De pança cheia, cumprimos os 100 Km que faltavam até Mendoza. As "mariazinhas" não resistiram e capotaram. Para a próxima viagem vamos ter que adquirir um micro-ônibus-leito.

"ninho de mariazinhas"
No trecho que Uspallata a Mendoza, algumas fotos "dentro do carro".



Chegamos em Mendoza com um temporal de vento e areia. Após algumas voltas, conseguimos nos  localizar e encontrar o mesmo hotel em que havíamos ficado na primeira parte da viagem.



Amanhã, seguimos para Villa Maria.

Os chilenos e a buzina

Os motoristas chilenos, particularmente os condutores de ônibus, devem ter um problema de ordem freudiana com buzinas.
Tchê, que povo estressado! Vai parar, "buzina";  demorou para arrancar, "buzina";  e por aí se vai!
Larga meia dúzia destes no trânsito de Rio Grande e ia ser uma festa!

Rota de fuga de Tsunami

Estas fotos guardamos para depois de sair do litoral chileno, a fim de não assustar a parentada.
Seguem fotos de placas em Concón e Viña del Mar, indicando as rotas de fuga em caso de Tsunami.
Teve gente querendo voltar quando viu as placas!