sábado, 22 de janeiro de 2011

Visita ao Museu

     Tchê. Coisa difícil um homem simples da orla portuária acompanhar um homem erudito. Até fui no museu de arte para não perder a amizade mas fiquei perdido com a obra de arte abaixo...
    O pintor lá de casa me cobra R$ 15,00 para pintar uma janela. Se o homem descobrir que isso é arte e  se bota no museu a coisa vai encarecer barbaridade.....   Tinha até pintura de pokemon. Coisa estranha.....
   Segue outra obra da exposição ...


   Segue a pedidos chapa do nosso editor e enólogo com a primeira dama e revisora deste blog posando na casa do tal Zapata.. (perceba a regra dos terços..... aqui tem retratista!!!)
     
   Segue o parreiral do homem.... Ao fundo a cordilheira. O horizonte se entortou depois da degustação. Rico  vinho para um vinagrete também 

5º Dia - Em Mendoza

Nesta sexta ficamos em Mendoza. Chance para acordar um pouco mais tarde e andar um pouco pela cidade.
Considerada a necessidade de organizar oito pessoas e um único banheiro no apartamento, só conseguimos sair perto do meio-dia (horário brasileiro).


A cidade é muito bonita, extremamente arborizada e limpa. As pessoas são simpáticas, educadas e atenciosas, quase dá para esquecer que estamos na "Argentinha".
Seguem algumas fotos do nosso passeio matinal pelo "micro centro" de Mendoza, no entorno do nosso hotel.



Calçadão, repleto de cafés, com mesinhas na rua e cheio de sombra.

As meninas da excursão, na praça principal (são 5 praças apenas no micro-centro)

No museu de arte. Dentro da praça.


Depois de umas duas horas de caminhada por esta região, retornamos ao hotel para pegar os "coches" (ou seria "encarros"?) e partir rumo a um shopping para almoço e posterior deslocamento às bodegas ("envinícolas")

O almoço foi demorado (acho que aqui o conceito de slow food predomina) e logo após seguimos em busca da bodega Catena Zapata, um dos poucos lugares que constavam em minha lista de passeios inegociáveis.


Depois de um longo percurso, precisando inclusive consultar os moradores da região, já que não tínhamos o endereço completo conseguimos chegar. Logo na entrada, um susto. O porteiro nos perguntou se havíamos agendado a visita. Felizmente eles se compadeceram da nossa condição de turistas e nos encaixaram em um grupo de americanos e fizemos uma visita orientada "in english". Perdi alguns pontos, mas fui socorrido pela fluência da Lu e do Cleiton naquilo que não consegui compreender. Muito legal. Eles produzem vinhos com a mesma casta, mas provenientes de diferentes terroirs, harmonizando as qualidades para obter um vinho especial, a exceção são os vinhos premiun, elaborados 100% com o mesmo terroir.

A expedição, com os vinhedos da Catena Zapata e a Cordilheira ao fundo.

Detalhe de um lote de Malbec

No caminho de volta, os recortes da Cordilheira.
Retornamos ao hotel, deixamos os carros e fomos tomar um café na calçada, aproveitando o fim de tarde de uma cidade que deu vontade de ficar mais.

O compadre curtiu o café, mas estava com medo de que lhe arrancassem a câmera das mãos!

Depois do café, retornamos para o hotel, arrumamos um pouco as coisas e preparamos um delicioso cachorrão da discórdia (piada interna).

Amanhã cedinho seguimos para o Chile. Só não decidimos ainda para que cidade...