segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Em tempo... perco o amigo, mas não perco a piada!

Eita mundinho pequeno sem canto!
Não é que circulando por Santiago, encontramos uma turma que alega ter parentes em Rio Grande e SJN.
Mas que coincidência, tchê!!!!!




Mandam lembranças!!!!

7º dia - Santiago

Depois de toda a função de ontem à noite acordamos um pouco mais tarde. O programa de hoje se resumia em dois desejos: Do Felipe, em conhecer o zoo local e "dos adultos" em visitar a Viña Concha y Toro.
Saímos em torno das 10h da manhã em direção ao parque de San Cristobal, que além de ampla área verde, abriga também o zoológico local.
Lugar muito bonito, lembra um pouco a Redenção em PoA, pelo grande afluxo de pessoas.
Além disso, proporciona uma ótima vista da cidade de Santiago.




Fizemos um pequeno lanche dentro do zoológico e seguimos para a Concha y Toro, onde tínhamos visita agendada para às 14h (horário local).
Meio 'ressabiados' do papelão que o GPS fez ontem, a cada curva tentávamos confirmar se o caminho estava certo.
A Concha y Toro é um lugar "mui hermoso", tendo sido mantida a propriedade original de Don Melchior, com jardins projetados por paisagista francês em 1800 e guaraná com rolha.


Os jardins...
 
a casa...

e os vinhedos do tal Melchior.

dentro da cave do casillero, que na verdade só abriga "Don Melchior"

Otávio, direto do "esconderijo do capeta"


O pacote de visitação que fizemos incluiu uma  degustação de 5 vinhos, um TRIO e 4 da linha Marques Casa Concha. Experiência única, orientada por sommelier da viña, com queijos e outros itens que harmonizam com os vinhos degustados (Chardonnay, Carmenere, Pinot Noir e Cabernet Sauvignon).



A turma, com companheiros paulistas (Beatriz e Waldyr), que se animaram com nossa expedição rodoviária/enófila.
Lá pelas 17h retornamos ao hotel, passeamos pelo entorno do hotel e retornamos para atualizar o blog, jantar e preparar o dia de amanhã, rumo a Valparaiso.







6º dia - De Mendoza a Santiago

No sábado partimos cedo em direção ao Chile, sem saber ainda ao certo em que cidade ficaríamos. A primeira parte da viagem foi marcada pela beleza da paisagem e da estrada. Já a segunda parte.... merece um tópico à parte.

Logo que saímos de Mendoza, em direção à RN 7 fomos brindados com um céu claro, que permitiu ver claramente a cordilheira e o Aconcágua com o pico nevado.

Entrada da RN7
A paisagem pela RN 7 ia nos surpreendendo a cada momento na medida em que saíamos dos 800m de Mendoza, até os 3.200m no ponto mais alto que chegamos a registrar.
A seguir, algumas fotos:

Parada para admirar a paisagem. Já estamos com aproximadamente 2.000m de altitude.

Uspallata





Um pouco antes da fronteira com o Chile, paramos para ver o parque do Aconcágua. Uma caminhada de aproximadamente 1h dentro do parque com a cordilheira por todos os lados. As fotos não fazem jus à beleza do lugar. Só estando lá e vendo mesmo.








A Lisete disse que só fazia a trilha no Parque do Aconcágua se fosse no veículo acima!

Na chegada ao Chile fomos muito bem atendidos pelo pessoal de aduana, que desconfiando das crises de riso da comadre, resolveu inspecionar bagagem e erva-mate. Baixaram até um labrador para cheirar a tal erva, mas deram o assunto por encerrado, saudando-nos ao final da função com um "Brasil, el país mais grande"!

A descida por "los caracoles" é outro ponto que nossa incompetência como fotógrafos não permite traduzir claramente. São mais de 27 curvas de 180º, para colocar a Serra do Rio do Rastro "nas alpargatas". No retorno tentaremos obter fotos melhores.


A Ju, do lado de um córrego do degelo. 
Na chegada a Los Andes (primeira cidade em território chileno), fizemos nosso almoço na beira da estrada. Eram 18h, e tudo o que comemos pareceu absolutamente delicioso. Ninguém se arriscou a incluir a tal "palta" (um pequeno abacate). Mais tarde comi uma "hambueguesa" com o tal molho. Fica muito bom!


A partir daí a coisa começou a ficar um pouco mais complicada. Considerando o horário, vínhamos  pensando em ficar em Los Andes. Depois de esgotarmos os hotéis que conseguimos encontrar na cidade, sem qualquer sucesso, resolvemos tocar para Santiago.

Chegamos em Santiago em torno das 20h30 do horário local. E os tais hotéis que havíamos marcado ou não existiam, ou estavam fora dos nossos padrões (para mais ou para menos).
Moral da história, depois de rodarmos por muitos quilômetros, ter sido jogados dentro de favelas e de proximidades de embaixadas, lá pelas 23h conseguimos encontrar o Hotel Santa Lucia, na região central. Um hotel um pouco antigo, mas com ótima relação custo x benefício. Podia ter um condicionador de ar, mas não chegou a fazer tanta falta.

Quando o GPS começa a falhar, apela-se para o papel.

A cidade de Santiago é muito grande e o centro, de circulação difícil. O GPS frequentemente pede para dobrar em ruas que estão na mão contrária à desejada, sem falar na dificuldade de estacionar.
Saímos para comer alguma coisa e tratamos de dormir, para se recuperar do cansaço de um dia longo.