Logo que saímos de Mendoza, em direção à RN 7 fomos brindados com um céu claro, que permitiu ver claramente a cordilheira e o Aconcágua com o pico nevado.
| Entrada da RN7 |
A seguir, algumas fotos:
| Parada para admirar a paisagem. Já estamos com aproximadamente 2.000m de altitude. |
| Uspallata |
Um pouco antes da fronteira com o Chile, paramos para ver o parque do Aconcágua. Uma caminhada de aproximadamente 1h dentro do parque com a cordilheira por todos os lados. As fotos não fazem jus à beleza do lugar. Só estando lá e vendo mesmo.
| A Lisete disse que só fazia a trilha no Parque do Aconcágua se fosse no veículo acima! |
Na chegada ao Chile fomos muito bem atendidos pelo pessoal de aduana, que desconfiando das crises de riso da comadre, resolveu inspecionar bagagem e erva-mate. Baixaram até um labrador para cheirar a tal erva, mas deram o assunto por encerrado, saudando-nos ao final da função com um "Brasil, el país mais grande"!
A descida por "los caracoles" é outro ponto que nossa incompetência como fotógrafos não permite traduzir claramente. São mais de 27 curvas de 180º, para colocar a Serra do Rio do Rastro "nas alpargatas". No retorno tentaremos obter fotos melhores.
| A Ju, do lado de um córrego do degelo. |
A partir daí a coisa começou a ficar um pouco mais complicada. Considerando o horário, vínhamos pensando em ficar em Los Andes. Depois de esgotarmos os hotéis que conseguimos encontrar na cidade, sem qualquer sucesso, resolvemos tocar para Santiago.
Chegamos em Santiago em torno das 20h30 do horário local. E os tais hotéis que havíamos marcado ou não existiam, ou estavam fora dos nossos padrões (para mais ou para menos).
Moral da história, depois de rodarmos por muitos quilômetros, ter sido jogados dentro de favelas e de proximidades de embaixadas, lá pelas 23h conseguimos encontrar o Hotel Santa Lucia, na região central. Um hotel um pouco antigo, mas com ótima relação custo x benefício. Podia ter um condicionador de ar, mas não chegou a fazer tanta falta.
| Quando o GPS começa a falhar, apela-se para o papel. |
A cidade de Santiago é muito grande e o centro, de circulação difícil. O GPS frequentemente pede para dobrar em ruas que estão na mão contrária à desejada, sem falar na dificuldade de estacionar.
Saímos para comer alguma coisa e tratamos de dormir, para se recuperar do cansaço de um dia longo.
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